quarta-feira, abril 26, 2006

Felicidade

Olá!
O meu nome é Felicidade...
Faço parte da vida daqueles que têm amigos, pois ter amigos é ser feliz.
Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como tu, pois viver assim é ser feliz!
Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é uma dádiva, por isso chamado presente.
Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do amor, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final.
Eu sou casada, sabias? Sou casada com o Tempo.
Ah! I meu marido é lindo! É responsável pela resolução de todos os problemas.
Ah! O meu marido é lindo! É responsável pela resolução de todos os problemas.
Ele recontrói corações, trata os magoados, vence a tristeza...juntos, o Tempo e eu, tivemos três filhos: a Amizade, a Sabedora e o Amor.
A Amizade é a filha mais velha. Uma menina linda, sincera, alegre.
A Amizade brilha como o sol.
A Amizade une pessoas, pretende nunca ferir, mas consolar sempre.
A do meio é a Sabedoria: culta, íntegra, sempre foi mais apegada ao pai, o Tempo.
A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!
O benjamim é o Amor! Ah! Como esse me dá trabalho! O Amor é teimosos. Ás vezes só quer morar num lugar...
Eu digo e repito: Amor, foste feito para habitar em dois corações, e não apenas num.
O Amor é complexo, mas cativa, seduz! Quando ele começa a fazer estragos, eu chamo o pai, o Tempo, e ele vai fechar todas as feridas que o Amor abriu!
Uma pessoa muito importante ensina-me uma coisa: o final é sempre feliz; se não terminou bem, é porque ainda não chegou o final.
Por isso, acredita sempre na minha família!
Acredita no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e, principalmente, no Amor.
Então, podes ter a certeza, um dia, eu, a felicidade, bateria à tua porta.
Sempre que possível, dá amigos ao Tempo. Os amigos do Tempo são os sonhos!
Eles conduzir-te-ão até às estrelas.
Tem um óptimo dia!
E não esqueças...sorri!


Reflictam...verão como isto é lindo...e verdade!

domingo, abril 02, 2006

O poder do perdão

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito o que fez comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.
Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.


Quantos de nós não somos assim? Quantos?...

terça-feira, março 28, 2006

Natureza é sinónimo de Beleza

Perante tanta beleza como pode o homem ficar himúne?
Abram os olhos e olhem à vossa volta...vão apreceber-se de coisas belas que são tão banais!
As flores de um jardim, o sol, o céu, o luar, a noite, o cantar dos pássaros, etc, etc...olhem e contemplem toda a beleza!

quinta-feira, março 23, 2006

Na vida...

"Cada pessoa durante a sua existência, pode ter duas atitudes: construir ou plantar.
Os construtores podem demorar anos nas suas tarefas, mas um dia terminarão aquilo que andaram a fazer.
Então param e ficam limitados pelas suas próprias paredes. A vida perde o sentido quando a construção acaba.
Os que plantam sofrem com as tempestades, as estações, e raramente descansam.
Mas, ao contrário de um edificio, o jardim nunca pára de crescer.
E ao mesmo tempo que exige a atenção do jardineiro, também permite que, para ele, a vida seja uma grande aventura."
Brida, Paulo Coelho


E nós na nossa vida? Construimos ou plantamos?

terça-feira, março 14, 2006

Gosto

Gosto da ... Simplicidade e da beleza natural!

Tempo!





Como podemos aproveitar o tempo que nos foi dado?
...
vivendo cada dia como se fosse o último!

...Música...

"Quem ouve música, sente a sua solidão / de repente povoada " Browning , Robert

"A música oferece à alma uma verdadeira cultura íntima e deve fazer parte da educação do povo" Guizot , François

"A música começa onde acaba a fala" Hoffmann , Ernst

"Pouco importam as notas na música, o que conta são as sensações produzidas por elas" Pervomaisky , Leonid

As cordas de um violino que chora

Choram as cordas do violino
Choram baixinho,um pouco trémulas...
Choram um canto,choram um hino ?
E eu sem saber fico a ouvi-las.
A pouco e pouco se vai ouvindo.
Aos pedaços se entende triste canção,
As cordas vibram, e o som subindo...
Deixam sentir tamanha emoção.
Mas, choram as cordas do violino...
Um canto tétrico de qualquer parte,
Nasceram p’ra chorar, triste destino
Um hino melancólico com tanta arte.
É eu ao ouvi-las começo a sentir...
A emoção das cordas vibradas,
E, fala aquele hino das cordas a sair,
De um destino a que estão destinadas.
Choram as cordas do violino
E eu choro com elas de emoção...
Choram baixinho, choram um hino,
Um canto melódico e uma canção.
Fonte: Blog de S.P.